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Tenho certeza que quando terminar de ler esse texto você vai ver que é necessário e saudável entender esse sentimento que tanto mexe com o nosso interior.

Dia dos namorados passou e vem a pergunta: você sabe mesmo o que é amor?

Com o passar do dia dos namorados é importante falar de um sentimento que fica tão aflorado essa época. Lindas declarações e momentos especiais sendo compartilhados em redes sociais. Só que, muitas vezes, por trás de toda essas demonstrações existe um casal insatisfeito, seja por excesso de ciúme, insegurança, desconfiança ou qualquer atitude negativa para a relação. Será que as pessoas sabem mesmo o que é amor?

Como as pessoas sentem e vivem o amor? Será que elas entendem a força e ao mesmo tempo a leveza desse sentimento? Por me deparar com várias pessoas que têm dúvidas do seu sentimento e que questionam o amor do próximo a elas é que decidi falar de amor. Tenho certeza que quando terminar de ler esse texto você vai ver que é necessário e saudável entender esse sentimento que tanto mexe com o nosso interior.

O verdadeiro amor incondicional

Nós ficamos um pouco perdidos em função de ter um amor ou precisar de um amor. Na verdade não é por aí. O amor é um sentimento que, quando o sentimos de forma incondicional e sem sentimento de posse, assim como sentimos por nossos amigos ou filhos, ele é muito mais forte e verdadeiro.

É um amor que deixa espaço para cada um ser o que é, sem precisar que essa pessoa se modifique por nós, e não aquele amor possessivo:

”Esse é meu filho!”
”Essa é minha mulher”
”Esse é meu namorado”
”Essa é minha casa”
”Esse é meu carro”

Não. ”Esse é o meu filho, ele é livre e faz absolutamente o que ele deseja”. ”Essa é minha mulher e ela me escolheu, ela está comigo porque gosta de mim e nossa relação é uma troca”.

Amor é somar algo na vida de alguém sem ter aquela sensação de propriedade. Isso, quando ocorre, nem devemos entender como amor.

Quando você tem um pet, por exemplo, ele é seu, certo? Quando você briga com ele, basta estalar os dedos que ele volta com a mesma harmonia. É desse amor que estou falando, um amor livre, suave, que joga, que brinca, que nos completa. E isso não é no sentido de um não se sentir completo sem o outro. Nós devemos, primeiramente, nos transbordar de amor para que esse líquido que extravasa atinja quem nos acompanha.  Assim não consumimos o nosso amor próprio e sim o dividimos com o outro.

E por falar em amor próprio…

Ter amor para dar, alguém para chamar de seu é bom, mas alguém que é bom mesmo para chamar de seu é você. É o amor próprio que você deve desenvolver, é gostar de você e se sentir bem com você. Se sentir inteiro tornará a sua vida mais leve, pois você já não mais se interessará pelo ponto de vista dos outros a seu respeito. Isso é muito mais profundo e importante porque só estando inteiro você pode se amar e amar alguém.

Quando chegamos a um relacionamento com essa visão, já enxergamos o nosso bonito e o feio. Fica mais suave amar o próximo, afinal você já passará a enxergar o bonito e o feio no outro e o aceita do jeito que é. Você quer saber mesmo o que é o amor? Pare um segundo e veja o que está fazendo na sua vida pra enxergar a sua intereza e levar o seu amor próprio para os outros. Se estiver faltando para o outro, está faltando para você.

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