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Algum dia você já deve ter dito a si: "Não fiz isso porque tive medo", não é? Quando isso ocorreu, você soube o que fazer para se livrar do medo e seguir?

Aprenda a reconhecer e se livrar do medo

Certamente, em algum dia da sua vida você já deve ter dito a si mesmo “Eu não fiz isso porque estava com medo”, não é? Pare um momento e se pergunte: quando isso aconteceu, eu soube o que fazer para me livrar do medo e seguir adiante?

Nós podemos ter dificuldade em compreender isso, já que carregamos o costume de sempre buscar justificativas para o que nos leva aonde não desejamos ir. Porém, é possível, sim, atuar em cima da, digamos, falta de coragem.  O primeiro conselho é: entenda as faces do medo e enxergue o outro lado.

Embora o medo esteja aqui e, às vezes, não reconhecemos quando e quanto ele influencia nas nossas escolhas, ele não é tão ruim assim. E eu vou explicar isso com um exemplo bem claro do seu cotidiano, que faz você sentir medo sem perceber. Ele vai ajudar você a dividir o medo diante das suas escolhas. Imagine:

Quando você vai atravessar uma rua há quatro faixas e vários carros vindo na mesma direção. Você fica com um pouco de medo e então tem que calcular, pensar, ponderar. É aquele medo calculado, que deixa você trêmulo, mas não o impede de seguir. Respira fundo e corre!

O medo natural e o medo que paralisa

Esse medo da morte citado no exemplo é o que você vai se lançar numa aventura, digamos assim. É o que dá aquele frio na barriga, é natural e vem do novo lançamento. É mais saudável manter esse medo do que aquele que lhe paralisa. Aquele que está ligado ao medo da crítica, da exposição, de falar em público ou, simplesmente de dar uma cantada naquela pessoa que está ao seu lado.

Esse, talvez, seja nosso maior problema. Nós temos muito receio do julgamento. Queremos ser reconhecidos e aceitos e acabamos esquecendo de sermos nós mesmos, nos bloqueando em função desses preconceitos e julgamentos que os outros poderão vir a ter.

E se você simplesmente se libertar disso? E passar a falar exatamente aquilo que você pensa e como você pensa? Claro, você vai ter um contexto dentro do ponto de vista de não machucar as pessoas, de viver em sociedade de forma civilizada, mas, eventualmente, se você quiser extrapolar e falar algo além, por que não? O mais importante é você se expressar, inclusive, para o medo.

Converse com o medo

Conforme você for fazendo isso, várias e várias vezes, vai notar que vai ter cada vez menos coisas dentro de você que lhe impedem e que paralisam.

E aí o medo passa a ser seu amigo porque, quando senti-lo, você vai dialogar com ele.

“Medo, eu já te reconheci, estou te vendo aqui, mas eu quero você como meu aliado e não como meu inimigo”. Assim, o medo não estanca seus movimentos, suas escolhas. Pelo contrário, ele vai alertar você, lhe mostrar os perigos, exatamente como aquele que eu citei na hora você vai atravessar a rua.

E como se livrar do medo?

Quando sentir esse sentimento rondando, observe se ele está sendo o seu aliado, se está lhe preparando para o próximo passo ou lhe bloqueando. Esse é uma observação certeira. Sentir o medo se aproximar e escolher o que fazer depois disso vai refletir totalmente nas suas ações.

Utilize o medo com sabedoria, como um alerta para algo novo algo, que você ainda não tem habilidade suficiente para fazer. Isso lhe tornará mais bem preparado. Traga o medo para dentro de você, não deixe-o ser maior que você.

Ouça o podcast sobre o medo em Sound Cloud clicando aqui.

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1 comentário em “Aprenda a reconhecer e se livrar do medo”

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